Ensino Médio! E agora?

Toda mudança requer cuidados especiais, planos e estratégias para que a possibilidade de acertos na nova fase seja maior que os desacertos.

Para um aluno de ensino fundamental, acostumado a uma rotina mais branda e até mesmo imatura em suas cobranças, a passagem para o ensino médio torna-se um mundo novo, cheio de descobertas e desafios. Mudam-se as cobranças, os amigos, os professores, os objetivos e as responsabilidades começando pelo simples fato da quebra de vínculos… o recomeço em uma nova escola.

Não é nada fácil decidir, escolher e traçar planos para o futuro enquanto adolescente. Portanto, com o intuito de promover ações reflexivas e tornar este momento menos árduo, criamos estratégias facilitadoras para este processo. Grande parte do planejamento das aulas de O.E. do nono ano foram voltadas para a preparação ao Ensino Médio.

Primeiramente, a busca da autonomia nos estudos e as responsabilidades da postura de um bom estudante. Foram oferecidos cursos preparatórios nas áreas de Matemática, LP e Ciências Sociais para aqueles que se demostraram dispostos a potencializar o conhecimento e treinar para os vestibulinhos, além de discussões semanais sobre comportamento dos jovens e a importância das boas escolhas no âmbito pessoal e profissional.

Promovemos  a visita de ex alunos que hoje se encontram em ótimas escolas de Ensino Médio, para nortear as escolhas das Instituições segundo o nível de ensino, a proposta pedagógica, a estrutura e o que ela oferece. Também aplicamos testes vocacionais para indicar competências e habilidades que se destacam em cada um com a intenção de facilitar sua futura escolha profissional.

Acreditamos no sucesso de alunos comprometidos e dedicados, confiamos que através desses ensinamentos das aulas de O.E., continuarão a caminhada, carregando os valores que lhes foram incutidos e a certeza de boas escolhas.

Orientação Educacional

Hand Fidget Spinner – O brinquedo que virou febre entre crianças e adolescentes

De vez em quando surge um brinquedo ou uma brincadeira que logo vira febre entre crianças, adolescentes e até adultos. A mola maluca, ioiô, tamagotchi ( bichinho virtual ) já fizeram história.

Recentemente foi a vez do fenômeno Pokemon Go. O eletrônico fez a cabeça de jovens e adultos do mundo inteiro de um dia para o outro. Foi alvo de muitas críticas e logo perdeu força, devido a  inúmeros acidentes provocados pelo jogo.

Agora, chegou a vez do Spinner (ou fidget spinner). Seu filho já sabe do que se trata e provavelmente se ainda não pediu um logo pedirá. O brinquedo de três pontas arredondadas de plástico ou metal, com modelos coloridos e alguns até luminosos. Foi desenvolvido nos Estados Unidos durante os anos 90 para ajudar no tratamento de pacientes com autismo e com déficit de atenção, mas até então nada comprova a sua eficiência. Vinte anos depois é patenteado pela indústria de brinquedos e ganhou força gigantesca com a divulgação na internet e redes sociais no mundo todo. É um brinquedo de fácil acesso pelo preço baixo e variedade de locais de compra.

Enfim, o que eles fazem? Nada mais do que girar, girar e girar entre os dedos, conforme é pressionado.Resultado de imagem para Hand Fidget Spinner

Algumas pessoas acreditam que este brinquedinho pode ter um fundo terapêutico contra o estresse e ajuda no tratamento do déficit de atenção. Em entrevista ao El País, a psiquiatra infantil Beatriz Martinez, disse que não é bem assim. “No momento, vender um spinner como um remédio para transtornos de déficit de atenção é uma fraude. É preciso pesquisar muito mais. É muito preocupante a tendência da sociedade de vender qualquer coisa como terapêutica sem evidências científicas”, afirmou a especialista.

Pensando em sala de aula, segundo pesquisas recentes, professores argumentam que o brinquedo, ao invés de melhorar a concentração dos estudantes, atrapalha, pois eles ficam preocupados em saber quanto tempo o dispositivo ficará girando entre os dedos e não prestam atenção no que a professora está explicando. Portanto, acreditamos que trazer o brinquedo para a escola contribui de forma negativa para o seu desenvolvimento escolar, gerando conflitos.

Diante da situação, informamos que é proibido o uso do brinquedo na escola e contamos com a parceria das famílias neste processo.

Os pais devem estar sempre atentos em casa! Se for permitir que seu filho brinque com o spinner, fique de olho: monitore a brincadeira para que não se torne um vício e faça combinados  para que saibam o momento correto de brincar.

 

                                                                                                         Orientação Educacional

Avaliação certificadora de inglês

Caros alunos e pais,

Hoje em dia dominar línguas estrangeiras tornou-se uma requisição tanto do mercado de trabalho quanto da própria sociedade, uma vez que povos de diferentes nacionalidades convivem em ambientes presenciais e virtuais. Dentre as línguas estrangeiras, inglês tornou-se hoje o idioma internacional usado em comunicações da área das ciências, cultura, economia, política, arte, e etc.

Os cursos de inglês da Escola Interação têm sido bem avaliados pelos profissionais que atuam na escola, pais e alunos, no entanto, sentiu-se a necessidade de estabelecer parâmetros mais próximos aos testes internacionais para atestar a qualidade deste aprendizado, sem perder o foco no uso social da língua.

Como solução para esta questão, a empresa contratada pela escola para assessoria em línguas estrangeiras, elaborou uma avaliação certificadora seguindo os parâmetros de dois testes internacionais reconhecidos mundialmente: Cambridge e Ielts. O objetivo dessa prova é oferecer uma certificação oficial do nível de proficiência de cada aluno, ao mesmo tempo que fornece informações sobre o aprendizado dos alunos à equipe da escola para que possa aprimorar ainda mais o trabalho realizado.

As provas verificam as quatro habilidades discursivas – compreensão e produção oral e escrita – e são aplicadas no horário normal de aulas, sem necessidade de deslocamento dos alunos. Em 2017, a prova será aplicada aos alunos do 5º e 8º anos, representando respectivamente a proficiência adquirida durante os segmentos de Fundamental 1 e 2.

Os resultados individuais serão enviados até o final do ano, na forma de um relatório de desempenho por habilidade, mencionando também a classificação de proficiência como descrita no European Common Framework of Reference for Languages[1].

Além disso, análises quantitativas e qualitativas serão apresentadas e discutidas com a equipe de professores, coordenadores e gestores da escola, resultando em propostas de aprimoramento do trabalho, aliados ao registro concreto dos avanços conseguidos.

As provas acontecerão entre os dias 03 e 13 de abril próximo.

Atenciosamente,

Bianca de Paula                                                                           Sandra Baumel Durazzo

Diretora Pedagógica da Escola Interação                              Assessora para LE

[1] http://www.coe.int/t/dg4/linguistic/source/framework_en.pdf

“Estou chegando”

Precisamos de vocês, pais.

O começo de 2017 trouxe para a equipe da Escola Interação novos desafios. Durante todo o mês de janeiro a escola se preparou, tanto no planejamento, com a participação do corpo docente, traçando o projeto pedagógico para o ano que se inicia, tanto na adequação do prédio; contamos agora com uma bela cantina especialmente preparada para os alunos do Fundamental II, refeitório novo para os alunos do período integral. Obras essas que deram continuidade à reforma já iniciada no ano passado, com a adequação dos espaços para os alunos do período integral.

Com essa parte das reformas praticamente equacionada, ficamos com o desafio de melhorar os horários de entrada e saída dos alunos. Desde o ano passado, a escola vem investindo em recursos que possam vir a agilizar e melhorar o fluxo dos alunos nesses horários de pico. Temos o aplicativo “Estou chegando”, desde o ano passado, mas muitos dos pais não baixaram, fato que dificultou muito os horários de saída. Já enviamos vários comunicados para melhorar esses horários, mas continuamos com esperas. Para tanto, pedimos a colaboração de todos os pais, pois isso depende muito da postura das pessoas que vêm retirar os filhos na escola. Simples ações, podem fazer com que a saída transcorra com mais fluidez, evitando transtornos e demoras. Como os pais poderiam colaborar:

Baixando o aplicativo “Estou chegando”;

Chegando uns cinco minutos depois do horário de saída do filho, para dar tempo de todos já estarem no pátio, diminuindo o tempo de espera;

Sair da baia e dar mais uma volta para dar tempo de seu filho chegar, para não obstruir a passagem e atrasar a saída de outros alunos;

Em dias de chuva, a entrada e saída ficam um pouco tumultuadas. Seja paciente.

Para que a escola tenha um bom funcionamento, a colaboração de todos é fundamental; contamos com vocês, pais, para que tenhamos um ano letivo mais tranquilo e produtivo.

Saudações,

Elvira Russo de Paula

Diretora.

Dicas para se dar bem nos estudos…

 

Crianças precisam de estímulos para os estudos não só na escola como também no ambiente familiar.

Você precisa mostrar ao seu filho que estudar é importante, que ler e escrever é divertido e que a sua vida escolar também foi muito legal e interessante.

Quando chega da escola, seu filho, ou filha, joga o material no quarto, na sala, na mesa…em algum canto. Quando tem tarefas de casa, lembra-se ou quando lembra-se, pega o caderno no fim do dia e acelera para terminar logo o que tem que ser feito. Geralmente, no dia anterior da prova, passa horas e horas estudando seguidamente e exausto reclama o quanto estudar é chato!!!

Já se viu nesta situação?

Acontece que a relação das crianças e adolescentes com os estudos é quase de guerra. A hora de estudar é sofrida, desmotivadora e muito pouco proveitosa.

Algumas atitudes em casa podem mudar este quadro. O equilíbrio dos estudos e a rotina diária é essencial para o sucesso escolar.

Se você frequenta a escola no período da manhã, ao chegar em casa almoce e descanse (assista TV, tire um cochilo ) para recuperar a disposição e a energia. Disponha de um horário fixo todos os dias para revisar a matéria que foi dada em aula e fazer as lições de casa. Caso o seu período é o vespertino, ao chegar em casa tome um banho para relaxar, faça a sua refeição e reserve seu tempo para fazer algo que goste como: brincar, assistir TV, conversar com familiares e amigos, acessar a internet, etc. O melhor momento para revisar o conteúdo de aula é no outro dia pela manhã, após uma boa noite de sono e descanso.

A qualidade do estudo também é primordial para bons resultados. Não adianta estudar horas e horas sem foco e não adquirir conhecimento.

É necessário habituar-se a estudar um pouco por dia, reservar uma hora do seu tempo e focar nimg_9025os estudos. Concentre-se, refaça exercícios, realize leituras, faça resumos e fichamentos da matéria dada em aula. Disponha de um caderno para seus registros em casa.

Caso sinta-se cansado e desmotivado, não hesite em parar, dar uma voltinha, beber uma água, ir ao banheiro e voltar a estudar…sua concentração se restabelecerá e conseguirá resultados mais eficazes.

Em época de avaliações é necessário maior empenho e inclusive maior tempo de estudo. A rotina sofre alterações quando necessário.

É importante ressaltar a parceria escola e família nesta empreitada, alunos de fundamental 1 e séries iniciais de fundamental 2 ainda não tem autonomia de estudos, ou seja, estão no processo de aprendizagem de como se estuda sozinho em casa, isto é ensinado e cobrado pela duas instituições ( escola e família ).

Chamamos este processo de autonomia assistida, onde o estudo deve ser acompanhado e monitorado.

Portanto, a rotina de estudos é essencial na vida escolar de seu filho!

                                                                                                                     Carolina B. V. Dias

                                                                                         Orientação Educacional

Mães e pais: precisamos conversar sobre o WhatsApp

Conversas entre pais nos grupos de whatsapp.
Como a Escola vem interpretando esse fenômeno?
Leia:

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O tal Bullying na Escola…

Bully significa brigão, valentão.

O termo BULLYING é caracterizado por ações intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneiras repetitivas por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.

As formas de agressão entre alunos são as mais diversas, como empurrões, pontapés, insultos, espalhar histórias humilhantes e mentirosas, inventar apelidos que ferem a dignidade, captar e difundir imagens (inclusive pela internet), fazer ameaças (enviar mensagens, por exemplo) e a exclusão.

Pesquisas apontam que o BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola.

O primeiro passo é admitir que a escola é um local passível de bullying. É necessário informar professores e alunos sobre o que é o problema e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática.

Escola e família devem se unir para que esta prática não se torne hábito de alguns adolescentes.

O professor e os colegas de classe podem contribuir com a  identificação dos atores e os alvos de bullying e devem buscar ajuda o quanto antes.

Claro que existem as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar, mas é necessário diferenciar uma piada aceitável e uma agressão. “Isso não é tão difícil como parece. Basta nos colocar no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?”, orienta o pediatra Lauro Monteiro Filho.

O cyberbullying, também conhecido como bullying virtual, cada vez mais frequente,  precisa receber o mesmo cuidado preventivo do bullying e a dimensão dos seus efeitos deve sempre ser abordada para evitar a agressão na internet. Trabalhar com a ideia de que nem sempre se consegue apagar aquilo que foi para a rede dá à turma a noção de como as piadas ou as provocações não são inofensivas. “ O que chamam de brincadeira, pode destruir a vida do outro”, afirma Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Caso o bullying ou cyberbullying ocorra, é preciso deixar evidente para crianças e adolescentes que eles podem confiar nos adultos que os cercam para contar sobre os casos sem medo de represálias. ”Mas, muitas vezes, as crianças não recorrem aos adultos porque acham que o problema só vai piorar com a intervenção punitiva”, explica a especialista.

A ideia não é punir e sim orientar!

A escola também é local de formação do  cidadão, de direitos e deveres, amizade, cooperação e solidariedade. Recuperar valores essenciais como o respeito, a generosidade e a tolerância, faz parte do nosso currículo. Devemos criar ações e possibilitar atitudes para um ambiente mais saudável na escola, como:

– Desenvolver em sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos;

– Incentivá-los a denunciar o bullying; procurar imediatamente a orientação/coordenação da escola.

– Promover discussões sobre o assunto.

– Estimular os estudantes a informar os casos;

– Reconhecer e valorizar as atitudes da garotada no combate ao problema;

– Reforçar as regras disciplinares e trabalhar os valores morais.

– Estimular lideranças positivas entre os alunos, prevenindo futuros casos;

– Executar trabalhos de conscientização, bem como realizar atividades com troca de papéis, ou seja, colocar-se no lugar do outro.

Todos nós podemos contribuir para que o bullying não tenha sucesso na escola.

Pais, fiquem atentos ao comportamento de seus filhos, os acompanhem nas redes sociais, conversem sobre o dia a dia na escola e os incentivem a respeitar e valorizar as diferenças!

 

Orientação Educacional

6º ano: Agora é Fundamental II

O primeiro ano do fundamental II é repleto de novidades!

Mais professores, novas disciplinas, conteúdos mais complexos e aprofundados…para alguns uma nova escola.

atitudes

Tudo pode ficar confuso, parecer mais difícil! Para completar toda essa mudança na escola não podemos esquecer que estes pequenos estão entrando na fase da puberdade. Eles abrem os olhos para outras dimensões, começam a valorizar a vida social, as amizades, os passeios e a escola já não é mais a prioridade. Todas essas novidades acabam refletindo no desempenho escolar.

Estas mudanças não devem ser entendidas como um problema e sim uma oportunidade para aprender novas habilidades que serão muito importantes para a vida adulta. Aprender a lidar com as diferenças e diferentes, fazer planos, resolver conflitos e organizar ideias. Na verdade, todo esse processo não tem nada de tão complicado mas muitas vezes confunde a cabeça dos alunos que estão imersos em incertezas, expectativas e empolgações. Cabe aos pais acompanhar e saborear essas novidades, observar, apoiar e incentivar seu filho neste processo de crescimento.

Alguns pais pensam “Agora meu filho já é adolescente, já está no fundamental II e já consegue se virar sozinho”. EsseDia_da_Familia_na_Escola “já” não é tão simples assim. Os pais devem assumir um papel de coadjuvantes que dão sugestões, que apoiam decisões, que orientam e indicam caminhos. É necessário que os ajudem a conquistar a autonomia. Os pais devem participar da vida escolar ativamente neste período, participar de reuniões, acompanhar a agenda e as lições de casa, conhecer os professores e tirar suas dúvidas. Podemos dizer que teremos um processo de autonomia assistida, ou seja, encontrar um equilíbrio entre dar autonomia e ao mesmo tempo acompanhar suas tarefas. É importante que seu filho saiba que você está por dentro do que está acontecendo na escola, que cobre o compromisso com a rotina de estudos e seu desempenho escolar.

Um fator importante é a otimização do tempo. A rotina cansativa do dia a dia transfere a responsabilidade do estudo como-se-inspirar-saindo-da-sua-rotina-noticiasaos filhos e à escola. Porém, devemos lembrar que nesta fase seus filhos ainda não têm maturidade suficiente para caminharem totalmente sozinhos e embora a escola trabalhe nesta construção da autonomia, necessita da parceria efetiva dos pais neste processo. Portanto, quando falamos em otimizar o tempo, é de extrema importância traçar combinados com seu filho sobre a rotina de estudos em casa, estipular um horário específico para realizar as lições e rever o conteúdo que foi estudado em sala de aula, anotar dúvidas, fazer resumos e repetir exercícios para que posteriormente você retome com ele, verifique e se certifique que os resultados foram positivos.

Para uma maior eficiência neste processo, escola e família devem caminhar juntas, ou seja, buscar um trabalho de parceria para reforçarmos essa aprendizagem. O acompanhamento da rotina escolar deve ser realizado na escola e em casa pelo responsável, para que o adolescente entenda a real importância do estudo e obtenha sucesso em sua trajetória.

Devemos lembrar que esta fase inicial quando bem trabalhada dá um suporte importante para as séries seguintes. Portanto, vamos pensar numa autonomia dirigida de qualidade para a construção de bons estudantes.

 

                                                                                                  Profª/Orientadora

                                                                                             Carolina Boro Vieira Dias