Você tem percebido que seu filho anda muito ansioso?

Agir de forma impulsiva é um problema que mesmo adultos enfrentam durante a vida, então, é normal que as crianças passem por isso de uma forma ou de outra enquanto se desenvolvem.

Para ajudar a evitar essa situação e reduzir os momentos de ação impensada, existem algumas dicas que os pais podem seguir para ajudar os filhos.

 

Busque reforçar relações de afeto e respeito

Essas são as bases de um relacionamento saudável, ainda mais quando falamos de família, onde é normal haver diferenças, mas é importante lembrar que se relacionar no dia a dia pode demandar diferentes comportamentos, embora o respeito e o afeto sejam essenciais.

 

Incentive momentos de reflexão

Refletir deve ser o primeiro passo antes de tomar qualquer decisão, então é importante incentivar que as crianças e os adolescentes adquiram o hábito de refletir. Uma situação ideal é quando ela recebe o tão esperado ‘Dinheiro da mesada’, A ânsia de realizar um desejo imediato em pouco tempo é substituída pela sensação de que não valeu tanto a pena. Então incentive a analisar os objetivos e controlar as reações impulsivas.

 

Ensine a praticar a escuta

Ouvir faz parte da conversa tanto quanto falar. E saber ouvir é uma grande virtude. Quem nunca entrou em uma discussão (por mais banal que fosse) antes de escutar tudo o que a outra pessoa tinha para falar? Isso acontece mais do que a gente imagina! E como praticar a escuta? Tenha tranquilidade para explicar as coisas, chamando a atenção do seu filho para escutar o que você ou outras pessoas falam antes de ter qualquer reação.

 

Incentive a autonomia

Já praticamos isso durante o ensino híbrido, mas é importante que em casa esse tema também seja abortado, você pode, por exemplo, estimular que ele comece a realizar algumas atividades por conta própria — tomar banho, comer, arrumar o quarto, vestir a roupa, fazer tarefas escolares etc. — é uma excelente ideia.

 

Ensine a melhor forma de resolver problemas

Como os problemas que aparecem a cada dia e em cada família são diferentes, é complicado apontar uma fórmula mágica para solucionar tudo. Aliás, muitas vezes, nem a própria família consegue resolver as dificuldades que seus filhos passam. Pensar antes de agir é um ótimo conselho para enfrentar as adversidades.

 

Use métodos de comunicação assertiva!

Comunicação assertiva é a capacidade de expressar suas ideias e seus pensamentos com clareza, principalmente para atingir os objetivos que se pretende em cada conversa. Exercitar essa capacidade é extremamente importante para o equilíbrio e a saúde dos relacionamentos dos pequenos.

 

Ajude seu filho a controlar a raiva e a frustração

Sentimentos ruins são naturais, mas é importante tentar manter o controle emocional. Esse é um aprendizado que levamos para toda a vida, para as crianças, pode ser um pouco mais difícil de absorver, mas a maturidade acompanha esse desenvolvimento

 

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Querer que os filhos estudem é uma vontade de 10 em 10 pais, não é mesmo?

Mas motivar os jovens e pequenos às vezes não é uma tarefa fácil.
Então, vamos tentar ajudar dividindo algumas dicas importantes para tornar essa tarefa mais fácil

Primeiro, antes de tudo, comunicação é a chave! Lembre-se sempre de buscar maior transparência na relação, afinidade entre os familiares, compartilhar frustrações e desejos e ter sempre espaços abertos para conversas!
Vamos lá!

Adote e demonstre uma atitude positiva!
A juventude é um período turbulento, então, é ideal demonstrar apoio e confiança através de encorajamento, crie o hábito de verbalizar como você acredita na capacidade dele!
Garanta um ambiente propício para os estudos!
É essencial que o jovem tenha o seu lugar seguro e tranquilo para se concentrar, por isso, avalie como é possível ter no lar um local tranquilo, silencioso, com boa iluminação.
Defina metas realistas e equilibradas
A falta de uma meta clara ou a definição de objetivos impossíveis também afeta bastante a motivação para estudar. Mas, é importante pensar na vida dos pequenos, evite criar metas como estudar 8 horas toda tarde, porque isso não é nada realista!
Reconheça o Esforço feito
Reconhecimento funciona bem, sendo muito positivo para o desenvolvimento do adolescente. Parabenize seu filho pelas conquistas (mesmo as bem pequenas) e comemore cada vitória em família.
R O T I N A!!
A adolescência é o momento em que, na maioria das famílias, a rotina vai por água abaixo. Puxe as rédeas e mantenha a ordem nos horários. Lembre-se: poucas horas de sono e a falta de nutrientes na alimentação podem fazer com que o funcionamento do cérebro seja afetado em funções essenciais, como a memória. Sabendo disso, ajude seu filho a se ajudar!
Ensinar é a melhor forma de aprender!
Essa é uma maneira muito produtiva de se colocar presente, disponível e até mesmo aberta para dividir ideias. O adolescente deve se colocar como aquele que tem todo o conhecimento, sendo essa mais uma entre muitas das técnicas para estudar.
Incentive atividades físicas!
É importante orientar que os filhos também tenham na rotina a prática de atividades físicas — seja natação, corrida, musculação ou mesmo aulas de dança. Porém, mais do que impor um tipo de atividade que faça sentido para os pais, o adolescente precisa encontrar aquilo que combine com a sua personalidade. Essa é também uma forma de motivar os estudos dos filhos.
Permita escolhas!
Essa é uma maneira muito positiva de demonstrar que existe uma relação de confiança. Também que há um olhar que pode ser muito útil para o futuro não imponha horários para os estudos. Da mesma forma, não é positivo indicar qual deve ser a rotina de estudo dos filhos adolescentes. É melhor sempre manter uma relação aberta e de diálogo para que ele consiga ver nos pais um pilar de confiança para uma tomada de decisão segura.
Entenda o que está acontecendo
Na realidade, é muito fácil dizer que seu filho adolescente não estuda porque é preguiçoso e só quer brincar. Mas será que algo mais está acontecendo e você nem sabe? Se coloque em posição de conversar e dialogar!

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Protagonismo do aluno em sala de aula

Muitos avanços foram obtidos em relação à educação, e um dos principais é entender e enxergar o aluno como protagonista do seu processo de aprendizagem. Essa nova dinâmica se baseia em uma relação de troca entre o aluno e o professor, onde ambos aprendem e se desenvolvem continuamente.

A prioridade é a eficiência do aprendizado, e não apenas do ensino, e será amplamente vivenciada pelos alunos do ensino fundamental, com a implementação do ensino híbrido. Quando nos centramos no aprendizado, levamos em consideração as particularidades de cada um, suas dificuldades, potencialidades e habilidades. Afinal, não adianta o professor estruturar uma aula com um ótimo conteúdo, mas esse conteúdo não ser absorvido pelos pupilos.

Quando o aluno é protagonista, ele é incentivado a buscar informações, pesquisar, investigar, e a construir o conhecimento. O papel do professor é auxiliar e mediar o processo de aprendizagem, propor projetos, pesquisas e direcionar os estudos, e não apenas explicar o conteúdo.

Com isso, o aluno se sente confiante para pesquisar e descobrir a melhor maneira de absorver o conteúdo, pois haverá várias ferramentas à sua disposição, e o professor irá acompanhar todo o processo.

Quando o aluno desenvolve autonomia, ele aprende a se organizar, a pesquisar, investigar, e essas são habilidades muito importantes para a vida adulta e profissional.

Além disso, o protagonismo em sala de aula pode ser ainda maior quando novas tecnologias e são empregadas. Isso pois o aluno tem à sua disposição uma grande variedade de ferramentas para ajudar no aprendizado.

Com isso, as aulas se tornam mais dinâmicas, havendo a possibilidade da realização de aulas invertidas, projetos inovadores, e o compartilhamento de informações e troca de experiências entre os próprios alunos, contribuindo para que o aluno se torne ainda mais parte do processo.
Os estudos também não precisam mais ser uma atividade maçante e solitária. Com um maior protagonismo do aluno, a cooperação em sala de aula e nos estudos é muito maior, e os alunos podem trocar experiências e compartilhar o conhecimento.

Todo mundo gosta e quer aprender, e colocar o aluno como protagonista de seu próprio aprendizado, valorizando suas conquistas e guiando seus passos contribui para que ele tenha vontade de aprender e buscar cada vez mais informações.

A fase dos “porquês”

Por volta dos três anos de idade é quando ela começa – “Mãe, por que é que o céu é azul?”, “Pai, por que a cenoura é laranja?”, “Vô por que você é careca?”, “Tia por que…..?”
Essa fase pode ser realmente cansativa para os adultos que convivem com a criança, mas a chamada “idade dos porquês” é um período clássico e habitual no desenvolvimento das crianças, e significa que os pequenos estão crescendo e se desenvolvendo conforme o esperado.

Construção da identidade

Desde o nascimento, a criança observa, aprende e entende sobre si mesma e o mundo no qual está inserida. O processo natural para qualquer ser humano, sempre que aprende ou vê algo novo, é buscar respostas. Ou seja, a curiosidade da criança não aparece da noite para o dia, ela sempre esteve lá, mas a criança por não saber ainda falar, ou não ter vocabulário suficiente, não consegue se expressar.
Conforme suas habilidades de comunicação se desenvolvem, a criança começa a formular perguntas sobre tudo o que tenta compreender. Para os adultos pode parecer que a criança está querendo ser “chata”, ou que as perguntas não têm uma lógica, uma vez que as interrogações se multiplicam cada vez mais e parecem não ter fim.
O psicólogo e pedagogo suíço Jean Piaget, pioneiro no estudo dos mecanismos de desenvolvimento infantil, chama este período de “período pré-operatório”. Ou seja, as crianças conquistam a capacidade de criar imagens mentais sem que o objeto ou as pessoas estejam presentes.
Além disso, é nessa fase que as crianças conseguem perceber muito mais estímulos e informações do que são capazes de compreender – por isso, o processo natural é que elas busquem permanentemente o conhecimento.
A criança quer compreender quem ela é, quem os outros são, os comportamentos, regras, fazer novas descobertas, entender como o mundo funciona. Por ainda ser muito pequena, é natural então que ela busque as respostas nos adultos em quem confia e convivem com ela.
A curiosidade da criança é um dos principais mecanismos que a levará a fazer novas descobertas e sofisticar seus mecanismos mentais. Se esse processo ocorre de forma consistente na infância, isso a acompanhará durante toda a vida.

Não deixe a criança sem resposta

Quando somos bombardeados pelos “porquês” da criança, talvez seja necessário reunir o máximo de paciência para nos mantermos calmos, certo? Mas manter uma postura calma é fundamental, assim como sempre responder os questionamentos das crianças – devemos entender que esse é um processo muito importante do desenvolvimento pessoal e cognitivo dos pequenos.
Ser tolhida ou ter sua curiosidade barrada pelos adultos pode levar a criança a se sentir desvalorizada e insegura. Por medo, ela pode acabar interrompendo seu processo de aprendizagem.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a fase dos “porquês”, veja algumas dicas de como lidar e passar por ela sem maiores turbulências:

• Mesmo que esteja cansado(a), tente ouvir atentamente a criança e não a ignore;
• Dê respostas adequadas à sua idade e/ou maturidade. Respostas muito simples não a satisfazem e muito complexas apenas a confundem;
• Se não tiver certeza da resposta, diga que vai pesquisar e depois a responderá. Dependendo do assunto, inclua a criança nesse processo de pesquisa e descoberta;
• Quando questionado, tente devolver a pergunta e ajudar a criança a descobrir a resposta sozinha.

Aqui na Escola nós acreditamos que uma criança curiosa é uma semente que, quando regada constantemente, crescerá e se tornará uma árvore adulta muito mais consciente de seu mundo, suas escolhas e que sempre buscará o conhecimento. Por isso, sempre incentivamos as perguntas, os questionamentos e tentamos levá-las a novas descobertas.

O vício das crianças em tecnologia

Atualmente a tecnologia faz parte do cotidiano de todos nós, inclusive das crianças. Esse é um cenário que não irá se reverter, apenas se aprofundar.
Cada vez mais cedo, as crianças têm contato com tablets, smartphones, antes mesmo de aprenderem a ler e escrever, e isso por um lado pode sim ajudá-las a desenvolver habilidades e adquirir conhecimento, porém o uso abusivo dos aparelhos tecnológicos pode causar danos no desenvolvimento, na saúde e no desempenho escolar das crianças.

Uma pesquisa realizada pela AVG Technologies, em 2014, com famílias de todo o mundo mostrou que:
66% das crianças entre três e cinco anos de idade conseguia usar jogos de computador
47% sabia como usar um Smartphone
Apenas 14% era capaz de amarrar os próprios sapatos sozinha.
O levantamento apontou ainda que, 97% das crianças brasileiras entre seis e nove anos usam a internet.

Os artigos eletrônicos podem sim ajudar crianças menores de 3 anos, quando utilizados de forma educativa. Contudo, a Academia Americana de Pediatria recomenda que crianças de até 2 anos não devem ter contato com tecnologia e mídias digitais, pois nesses dois primeiros anos de vida o cérebro da criança se desenvolve bastante rápido, por isso crianças pequenas aprendem mais pela interação com outras pessoas do que com telas.

Segundo a neuropedagoga Priscila Peres, a utilização de tecnologia dentro de casa pode mudar o comportamento das crianças – aquelas que usam muito videogames, celulares e tablets acabam se tornando mais inquietas, ansiosas e retraídas, em comparação àquelas crianças que têm contato com outras crianças, animais e atividades lúdicas e ao ar livre.

Por esse motivo, muitas crianças acabam sendo diagnosticadas erroneamente com déficit de atenção e hiperatividade; isso porque essas crianças parecem não se interessar por nada e parecem não conseguir se concentrar em atividades que não sejam relacionadas à tecnologia.
Segundo Priscila, para saber se seu filho tem algum distúrbio basta observar se ele é capaz de ficar quieto na frente de um computador, televisão ou tablet. Se conseguir, significa que não tem nenhum problema de déficit de atenção.

Esse vício em tecnologia afeta diretamente o desempenho das crianças na escola, pois na escola elas devem conseguir se concentrar em outras atividades que não envolvam tecnologia, mas devido ao hábito desenvolvido em casa ou fora do ambiente escolar, essa criança não consegue se interessar e prestar atenção em coisas e atividades que não tenham telas.

Para os bebês a recomendação é que tenham o mínimo contato possível com tablets e smartphones, pois nos bebês o sistema cognitivo se forma depois do sistema motor. Por isso é importante estimulá-los com atividades que desenvolvam a coordenação motora e a capacidade de criar laços afetivos, antes de estimulá-los com vídeos e telas.

Cada vez mais vemos crianças e adolescentes que não conseguem desgrudar os olhos das telas e esse vício está se tornando sistêmico na maioria dos países. Por isso aqui na escola nós incentivamos os alunos com atividades ao ar livre, e atividades lúdicas nas quais eles têm a oportunidade de desenvolver habilidades sociais e a concentração.
É fundamental que as crianças brinquem entre si e com a família, que corram, pulem, gastem energia, principalmente nos primeiro 7 anos de vida. Desta forma elas não terão problemas em se interessar por outras atividades e será possível evitar a dependência de tablets e smartphones.
E lembre-se: é muito importante estabelecer regras e limites para a utilização de tecnologia dentro de casa. Sempre supervisione as atividades online das crianças, e tente intercalar, por exemplo, o tempo no computador com alguma outra brincadeira, como jogos de tabuleiro, desenho, esportes etc.

Criança pode e deve ajudar nas atividades da casa

Você já ouviu falar na tabela Montessori? Neste artigo vamos falar um pouco sobre ela e seus objetivos.

Método Montessori é o nome do conjunto de teorias, práticas e materiais desenvolvidos pela italiana Maria Montessori.
O método se funda na ideia de que a educação se desenvolve com base na evolução da criança, e não o contrário. Ou seja, para cada época da vida alguns comportamentos e necessidades específicos são predominantes, sempre considerando a individualidade de cada criança.
Além disso, Montessori incentiva que ensinemos as crianças a fazerem tudo sozinhas, de modo que possam assumir responsabilidades e desenvolver autonomia e independência.
Tendo isso em mente, o método Montessori nos oferece uma tabela de tarefas que as crianças podem executar, de acordo com cada faixa etária:

Devemos ressaltar que é muito importante sempre incentivar e elogiar os pequenos, e também propiciar um ambiente agradável e divertido. Por exemplo, se for guardar os brinquedos com uma criança de 3 anos, é possível separá-los por cor, formato, tamanho, e transformar a arrumação em uma gostosa brincadeira.

Se a criança puder se divertir enquanto realiza as tarefas, será muito mais fácil criar hábitos.
Ou seja, se estiver em dúvida se uma criança pode ajudar em casa, a resposta é SIM. Auxiliar nas atividades da casa ajuda as crianças a desenvolver sua capacidade motora, experiência sensorial, e ainda contribui para uma aproximação familiar. Além disso, é fundamental para que se tornem adultos responsáveis e independentes.

Aqui na Escola Interação, na educação infantil, nós utilizamos técnicas e materiais típicos da metodologia Montessori. Os móveis são da altura dos pequenos, e eles são incentivados a guardarem e organizarem os brinquedos e materiais utilizados na escola.

 

Ensino Médio! E agora?

Toda mudança requer cuidados especiais, planos e estratégias para que a possibilidade de acertos na nova fase seja maior que os desacertos.

Para um aluno de ensino fundamental, acostumado a uma rotina mais branda e até mesmo imatura em suas cobranças, a passagem para o ensino médio torna-se um mundo novo, cheio de descobertas e desafios. Mudam-se as cobranças, os amigos, os professores, os objetivos e as responsabilidades começando pelo simples fato da quebra de vínculos… o recomeço em uma nova escola.

Não é nada fácil decidir, escolher e traçar planos para o futuro enquanto adolescente. Portanto, com o intuito de promover ações reflexivas e tornar este momento menos árduo, criamos estratégias facilitadoras para este processo. Grande parte do planejamento das aulas de O.E. do nono ano foram voltadas para a preparação ao Ensino Médio.

Primeiramente, a busca da autonomia nos estudos e as responsabilidades da postura de um bom estudante. Foram oferecidos cursos preparatórios nas áreas de Matemática, LP e Ciências Sociais para aqueles que se demostraram dispostos a potencializar o conhecimento e treinar para os vestibulinhos, além de discussões semanais sobre comportamento dos jovens e a importância das boas escolhas no âmbito pessoal e profissional.

Promovemos  a visita de ex alunos que hoje se encontram em ótimas escolas de Ensino Médio, para nortear as escolhas das Instituições segundo o nível de ensino, a proposta pedagógica, a estrutura e o que ela oferece. Também aplicamos testes vocacionais para indicar competências e habilidades que se destacam em cada um com a intenção de facilitar sua futura escolha profissional.

Acreditamos no sucesso de alunos comprometidos e dedicados, confiamos que através desses ensinamentos das aulas de O.E., continuarão a caminhada, carregando os valores que lhes foram incutidos e a certeza de boas escolhas.

Orientação Educacional

Hand Fidget Spinner – O brinquedo que virou febre entre crianças e adolescentes

De vez em quando surge um brinquedo ou uma brincadeira que logo vira febre entre crianças, adolescentes e até adultos. A mola maluca, ioiô, tamagotchi ( bichinho virtual ) já fizeram história.

Recentemente foi a vez do fenômeno Pokemon Go. O eletrônico fez a cabeça de jovens e adultos do mundo inteiro de um dia para o outro. Foi alvo de muitas críticas e logo perdeu força, devido a  inúmeros acidentes provocados pelo jogo.

Agora, chegou a vez do Spinner (ou fidget spinner). Seu filho já sabe do que se trata e provavelmente se ainda não pediu um logo pedirá. O brinquedo de três pontas arredondadas de plástico ou metal, com modelos coloridos e alguns até luminosos. Foi desenvolvido nos Estados Unidos durante os anos 90 para ajudar no tratamento de pacientes com autismo e com déficit de atenção, mas até então nada comprova a sua eficiência. Vinte anos depois é patenteado pela indústria de brinquedos e ganhou força gigantesca com a divulgação na internet e redes sociais no mundo todo. É um brinquedo de fácil acesso pelo preço baixo e variedade de locais de compra.

Enfim, o que eles fazem? Nada mais do que girar, girar e girar entre os dedos, conforme é pressionado.Resultado de imagem para Hand Fidget Spinner

Algumas pessoas acreditam que este brinquedinho pode ter um fundo terapêutico contra o estresse e ajuda no tratamento do déficit de atenção. Em entrevista ao El País, a psiquiatra infantil Beatriz Martinez, disse que não é bem assim. “No momento, vender um spinner como um remédio para transtornos de déficit de atenção é uma fraude. É preciso pesquisar muito mais. É muito preocupante a tendência da sociedade de vender qualquer coisa como terapêutica sem evidências científicas”, afirmou a especialista.

Pensando em sala de aula, segundo pesquisas recentes, professores argumentam que o brinquedo, ao invés de melhorar a concentração dos estudantes, atrapalha, pois eles ficam preocupados em saber quanto tempo o dispositivo ficará girando entre os dedos e não prestam atenção no que a professora está explicando. Portanto, acreditamos que trazer o brinquedo para a escola contribui de forma negativa para o seu desenvolvimento escolar, gerando conflitos.

Diante da situação, informamos que é proibido o uso do brinquedo na escola e contamos com a parceria das famílias neste processo.

Os pais devem estar sempre atentos em casa! Se for permitir que seu filho brinque com o spinner, fique de olho: monitore a brincadeira para que não se torne um vício e faça combinados  para que saibam o momento correto de brincar.

 

                                                                                                         Orientação Educacional