“Crise hídrica do Sudeste”

Abordando a “Crise hídrica do sudeste”

Em 2015, o clima surpreendeu todos os brasileiros. Enquanto no norte e sul do país choveu muito além do esperado, o sudeste sofreu com a seca e o esvaziamento das represas. O caso mais grave é o Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de boa parte da cidade de São Paulo e sua região metropolitana.

A importância em abordar este assunto com as turmas vai além do conhecimento das causas e dos efeitos. A proposta reuniu pesquisas em jornais, revistas, internet e telejornais a fim de conscientizá-los de que vivemos uma situação que envolve fatores sociais, ambientais e da ação humana que evidencia o problema.

Que as árvores são importantes para a manutenção da umidade e para o resfriamento do solo, não há dúvida. Uma árvore grande pode transpirar mais de mil litros de água num único dia. O raciocínio é o seguinte: Ao derrubarmos as árvores da floresta, diminuímos o fluxo de umidade nos ventos do norte para o centro-sul (os chamados “rios voadores”). Com isso, o sistema de chuvas estaria entrando em colapso. Estamos todos de acordo que o desmatamento na Região Sudeste (por exemplo, nas bordas do Sistema Cantareira) prejudica as chuvas no lugar certo.

Discutimos também que a crise hídrica e a seca, apresentam uma situação de risco maior para o aumento nos casos da dengue, causada pela picada do mosquito Aedes aegypt, além de outras.

Um “novo olhar” para atitudes importantes de economizar a água foi fundamental e os alunos, além de darem dicas, contaram que se surpreenderam com curiosidades que leram ao fazerem a pesquisa, como por exemplo: “ Para se fazer um computador, são gastos , 240 quilos de combustíveis fósseis, 22 quilos de produtos químicos e – talvez o dado mais impressionante – 1.500 quilos de água!”

Finalizamos com uma apresentação muito motivadora a outros colegas da escola, para multiplicar este importante aprendizado!

Profª Célia Monteggia

Ciências

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