Aprovados nos vestibulares em 2022.

Parabéns aos nossos ex-alunos do fundamental II.
Aprovados nos vestibulares em 2022.

2º Etapa da Vacinação – Professores e Auxiliares

“A nossa sensação é de…
ALÍVIO E ESPERANÇA para seguirmos a vida!”
Mais uma etapa da vacinação dos professores e auxiliares, 1a dose.

 

 

 

Campanha Solidária – 2021

Campanha Solidária
Estamos arrecadando alimentos não perecíveis e de higiene para instituições apoiadas por nós, Escola Interação.
As arrecadações serão feitas na baia da escola, de 21 a 25/06.
Participe e colabore!

 

A importância de ser autêntico.

A importância de ser autêntico.
Nos tempos de hoje, onde as redes sociais trazem grandes influenciadores, é um grande desafio ser autêntico, então os alunos trouxeram trechos de músicas, filmes e séries do que realmente os representam.
“Ser autêntico é ser e mostrar mais de você e menos do que gostaria de ser!” – Prô Marília
E aí? Você é autêntico?
Aula 7º ano – Orientação Escolar

Vacina contra COVID-19

Emoção e esperança, sentimentos que marcam este momento, parte da nossa equipe Interação tomando a 1a dose da vacina contra COVID 19.
Essa vacina representa um marco para a nossa equipe e desejamos que todos, toda a nossa comunidade escolar e todos os brasileiros, o mais breve possível possam se vacinar. Estamos dando o 1° passo!

Brinque, mas não com a saúde!

Nunca estivemos tão conectados ao mundo virtual como agora! 

Nas aulas de OE ( Orientação Educacional ) alunos do 6º ano mergulharam no universo de informações sobre a importância do equilíbrio do uso dos aparelhos eletrônicos e o quanto isso implica em sua saúde.

É fácil esquecer do mundo quando estamos conectados ao celular, o tempo passa e não percebemos o quanto estamos ali e nem sequer prestamos atenção em nossa postura. Geralmente abaixamos a cabeça, curvamos as costas e os nossos olhos sofrem com a exposição prolongada às telas. Essa postura ruim, pode causar um sobrepeso no pescoço e na coluna, acarretando problemas futuros à saúde.

O fato de muitas pessoas não conseguirem largar o celular não é totalmente culpa delas. Os  aparelhos exercem uma atração quase irresistível – afinal, é uma fonte garantida de diversão! Mas afinal, porque sentimos isso?

É importante entender que muitos dos aplicativos que usamos e os jogos que jogamos têm como finalidade justamente prender nossa atenção. Nesse ponto, podemos voltar ao funcionamento do cérebro: a cada fase concluída ou pontuação alta recebida em um jogo, por exemplo, o cérebro libera substâncias no corpo que dão uma sensação de felicidade, de “missão cumprida”. Por isso, quanto mais avançamos no jogo, mais satisfeitos ficamos – o que é uma sensação viciante. Isso é o que chamamos de mecanismo de recompensa. Esse efeito ocorre também quando usamos aplicativos de que gostamos. O Instagram, por exemplo: cada nova curtida ou interação no aplicativo tende a nos fazer sentir bem. É por isso que tantas pessoas vivem “coladas” em seus celulares, à espera da próxima recompensa. 

Também abordamos em aula o sedentarismo e a tecnologia. Reforçamos a importância de se praticar atividade física, manter o corpo ativo ao longo do dia. Podemos criar exercícios físicos para realizarmos dentro de nossas casas, intercalando-os com o uso da tecnologia em meio a pandemia. Outra boa estratégia para manter-se ativo é tornar a tecnologia uma aliada e não vilã. Há jogos que nos permitem uma gama de movimentos, desde a prática de esportes até inúmeros tipos de danças.

Portanto, sabendo equilibrar bem cada atividade e principalmente, tendo bom-senso para não ficar tempo demais no celular e no videogame, é possível viver uma vida saudável sem abrir mão do aparelho e do seu jogo favorito.

 

O trabalho da OE (Orientação Educacional) durante o isolamento social – Saúde Mental dos Jovens

Estamos experimentando tempos difíceis…

Tempo em que as relações dentro de casa devem ser cuidadosamente observadas, sentidas e cautelosamente amparadas.

Um adolescente em casa sente-se privado de suas amizades e tudo que vem junto dela…os abraços diários, as distrações, as confidências e a liberdade.

Não pensem que está sendo fácil! Eles trazem consigo dúvidas e mais dúvidas, angústias que ficam evidentes mediante ao momento caótico em que vivemos agora. 

Mas esse “agora” vai passar e se não cuidarmos com carinho das emoções e medos dos jovens, futuros conflitos poderão surgir e a convivência do hoje retratará desavenças, discussões e consequentemente a perda da intimidade, da confiança.

Eles querem ficar um tempo sozinhos no quarto, eles querem ouvir uma música mais alto, eles desafiam as solicitações e imposições dos afazeres de casa, eles se cansam do simplesmente não fazer nada!

Reclamam, demonstram sua ira, suas incertezas, mas também doam o seu carinho e assim passam os dias! Eles também querem ser ouvidos e compreendidos de alguma forma e nós, adultos, em meio a tantas novidades dessa tal adolescência, seguimos acertando, errando e aprendendo a lidar com tantas emoções.

Nas aulas de OE ( Orientação Educacional) dos 8º e 9º anos, temos abordado temas sobre a saúde mental dos adolescentes, com o intuito de, os colocarmos para refletir um pouco mais sobre comportamentos, construção de identidade, seus medos e anseios e fatores de risco da adolescência. A contribuição dessa galerinha em aula está sendo muito significativa. Este espaço de trocas de experiências e reflexão sobre suas atitudes e do outro, é de extrema importância nesse momento. Acreditamos que grandes aprendizados serão levados para a vida!

 

Ensino Médio! E agora?

Toda mudança requer cuidados especiais, planos e estratégias para que a possibilidade de acertos na nova fase seja maior que os desacertos.

Para um aluno de ensino fundamental, acostumado a uma rotina mais branda e até mesmo imatura em suas cobranças, a passagem para o ensino médio torna-se um mundo novo, cheio de descobertas e desafios. Mudam-se as cobranças, os amigos, os professores, os objetivos e as responsabilidades começando pelo simples fato da quebra de vínculos… o recomeço em uma nova escola.

Não é nada fácil decidir, escolher e traçar planos para o futuro enquanto adolescente. Portanto, com o intuito de promover ações reflexivas e tornar este momento menos árduo, criamos estratégias facilitadoras para este processo. Grande parte do planejamento das aulas de O.E. do nono ano foram voltadas para a preparação ao Ensino Médio.

Primeiramente, a busca da autonomia nos estudos e as responsabilidades da postura de um bom estudante. Foram oferecidos cursos preparatórios nas áreas de Matemática, LP e Ciências Sociais para aqueles que se demostraram dispostos a potencializar o conhecimento e treinar para os vestibulinhos, além de discussões semanais sobre comportamento dos jovens e a importância das boas escolhas no âmbito pessoal e profissional.

Promovemos  a visita de ex alunos que hoje se encontram em ótimas escolas de Ensino Médio, para nortear as escolhas das Instituições segundo o nível de ensino, a proposta pedagógica, a estrutura e o que ela oferece. Também aplicamos testes vocacionais para indicar competências e habilidades que se destacam em cada um com a intenção de facilitar sua futura escolha profissional.

Acreditamos no sucesso de alunos comprometidos e dedicados, confiamos que através desses ensinamentos das aulas de O.E., continuarão a caminhada, carregando os valores que lhes foram incutidos e a certeza de boas escolhas.

Orientação Educacional

Hand Fidget Spinner – O brinquedo que virou febre entre crianças e adolescentes

De vez em quando surge um brinquedo ou uma brincadeira que logo vira febre entre crianças, adolescentes e até adultos. A mola maluca, ioiô, tamagotchi ( bichinho virtual ) já fizeram história.

Recentemente foi a vez do fenômeno Pokemon Go. O eletrônico fez a cabeça de jovens e adultos do mundo inteiro de um dia para o outro. Foi alvo de muitas críticas e logo perdeu força, devido a  inúmeros acidentes provocados pelo jogo.

Agora, chegou a vez do Spinner (ou fidget spinner). Seu filho já sabe do que se trata e provavelmente se ainda não pediu um logo pedirá. O brinquedo de três pontas arredondadas de plástico ou metal, com modelos coloridos e alguns até luminosos. Foi desenvolvido nos Estados Unidos durante os anos 90 para ajudar no tratamento de pacientes com autismo e com déficit de atenção, mas até então nada comprova a sua eficiência. Vinte anos depois é patenteado pela indústria de brinquedos e ganhou força gigantesca com a divulgação na internet e redes sociais no mundo todo. É um brinquedo de fácil acesso pelo preço baixo e variedade de locais de compra.

Enfim, o que eles fazem? Nada mais do que girar, girar e girar entre os dedos, conforme é pressionado.Resultado de imagem para Hand Fidget Spinner

Algumas pessoas acreditam que este brinquedinho pode ter um fundo terapêutico contra o estresse e ajuda no tratamento do déficit de atenção. Em entrevista ao El País, a psiquiatra infantil Beatriz Martinez, disse que não é bem assim. “No momento, vender um spinner como um remédio para transtornos de déficit de atenção é uma fraude. É preciso pesquisar muito mais. É muito preocupante a tendência da sociedade de vender qualquer coisa como terapêutica sem evidências científicas”, afirmou a especialista.

Pensando em sala de aula, segundo pesquisas recentes, professores argumentam que o brinquedo, ao invés de melhorar a concentração dos estudantes, atrapalha, pois eles ficam preocupados em saber quanto tempo o dispositivo ficará girando entre os dedos e não prestam atenção no que a professora está explicando. Portanto, acreditamos que trazer o brinquedo para a escola contribui de forma negativa para o seu desenvolvimento escolar, gerando conflitos.

Diante da situação, informamos que é proibido o uso do brinquedo na escola e contamos com a parceria das famílias neste processo.

Os pais devem estar sempre atentos em casa! Se for permitir que seu filho brinque com o spinner, fique de olho: monitore a brincadeira para que não se torne um vício e faça combinados  para que saibam o momento correto de brincar.

 

                                                                                                         Orientação Educacional